Garotinho brasileiro é recebido no clube internacional de gênios

Um menino paulista foi aceito num clube americano de gênios. O garoto de ainda 8 anos já sabe tocar diversos instrumentos, é expert em computadores e já tem uma bolsa numa universidade americana a sua espera.
Gustavo Saldanha não apresentava nenhuma excepcionalidade quando ainda era bebê, pelo contrário, mostrava uma certa demora em aprender a falar em relação a crianças da mesma idade.
“A gente só percebia que ele era mais inquieto e curioso. Na brinquedoteca, queria mexer na TV ou no interfone. Tinha interesses diferentes, mas nada que, para a família, fosse sinal de inteligência superior”, conta a mãe.
Ainda com cinco anos, o menino aprendeu a cantar algumas músicas dos Beatles. O que era apenas curiosidade virou paixão e o menino passou a fazer cover da banda britânica. A descoberta da genialidade do filho veio com a explosão da pandemia.
O que aparentemente seria um caminho para a introspecção do menino, despertou seus talentos tecnológicos. Com a migração do modelo presencial para a distância, o garoto passou a se relacionar mais com o computador. Não satisfeito apenas com o uso da máquina, passou a investigar seu funcionamento etc.
“Em pouco tempo, meu filho já estava apaixonado pelas plataformas de reunião, como Zoom e Google Meet. Começou até a mexer nos sistemas operacionais e a transformar Windows em Mac. Aí, a gente falou: nossa, as crianças estão entediadas em casa, querendo voltar para a escola, e nosso filho curtindo o desenvolvimento na tecnologia nessa velocidade? Estava estranho.” lembra Luciane, a mãe do menino.
Com o desempenho da criança, os pais foram orientados a procurar especialistas. A escola foi orientada a dar maior foco em seus talentos: música e tecnologia.
Foram feitos testes com o menino e ele alcançou a impressionante marca de 140 no teste de QI, número suficiente para ser considerado uma criança super dotada.
Infelizmente o clube de gênios brasileiros não aceita crianças, mas o neuro cientista Fabiano Abreu orientou a família a submeter o menino a inscrição no clube Internacional. Ele foi aceito. Agora pode participar de encontros com outros gênios como ele.
Mesmo tão novo, uma bolsa numa faculdade americana, a Logos Universaty International, já está garantida para o menino para quando ele puder cursar.
O neurocientista que acompanha o menino, o Fabiano de Abreu, explica porque ele tem capacidades elevadas em relação aos demais garotos:
“O córtex dele é mais desenvolvido. Os neurônios são maiores e consequentemente as sinapses são mais duradouras, em comparação com pessoas comuns. Indivíduos que apresentam essas características cerebrais conseguem, por exemplo, memorizar mais facilmente as coisas. Além de ter uma personalidade mais curiosa, sempre tentando entender a origem de tudo”.

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