Vítimas de avião com Marília Mendonça sofreram politraumatismo craniano, diz legista

Depois da tragédia com a avião que provocou a morte de Marília Mendonça, seu produtor Henrique Bahia, tio e assessor da artista, Abicieli Silveira Dias Filho, além do piloto e copiloto – Geraldo Martins de Medeiros e Tarciso Pessoa Viana. Enquanto o Brasil está em luto, profissionais estão envolvidos nas áreas burocráticas que devem acontecer após esse tipo de acidente.
Os corpos foram examinados por médico-legista Pedro Fernandes, que realizou necropsias para investigar a causa das mortes. Como resultado, ele aponta politraumatismos.
“Um traumatismo por queda de avião é aquele que tem energias cinéticas vindo de diversos lados e de muita intensidade, atingindo as regiões letais do corpo, como abdômen, tórax, cabeça e pescoço. Os membros não são tão vitais”, comentou Pedro Fernandes.
O objetivo da Polícia Civil foi terminar as investigações o mais rápido possível para liberar os corpos.
Apesar do exame detalhado, ele afirma que não é possível identificar uma única causa das mortes. “Os ocupantes têm lesões contundentes. É difícil determinar uma causa ou um evento letal de cada óbito. São diversos fatores que contribuem para a morte deles. É um politraumatismo craniano”, explica.
Materiais foram recolhidos para uma análise mais profunda Instituto Médico-Legal (IML) de Belo Horizonte. Apesar do luto, as pessoas ainda querem respostas.
Marília Mendonça tinha o sonho de cantar desde criança. Aos 12 anos se destacou, começou a colecionar sucessos e virou influência, mudando os rumos do cenário nacional – principalmente no segmento do sertanejo entre as mulheres. Virou a nossa RAINHA DA SOFRÊNCIA.
Por onde passou, Marília conquistou fãs com seu jeito brincalhão, sorriso largo contrastando com as músicas que entoavam, na maioria das vezes, notas de um coração partido.

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