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Pandemia: Zara, Starbucks e Victoria’s Secret quem declarou falência?

A pandemia de Covid-19 e necessidade de confinamento social para combater a expansão da doença originaram uma crise econômica mundial de consequências devastadoras.
No primeiro semestre de 2020, os pedidos de falência avançaram 34,2%, os de recuperação judicial, 32,8%, e as recuperações judiciais deferidas, 45,3%, mantida em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo levantamento.
Não foi só a lojinha da esquina que passou apuros. Muitas grandes empresas não resistiram e precisaram recorrer à recuperação judicial para não ficar insolventes. Nos Estados Unidos também teve “fila” para buscar o benefício do Chapter 11, a lei de recuperação judicial americana.
“A Victoria’s Secret decretou falência. A Zara fechou 1.200 lojas. Chanel, Hermes e Rolex interromperam a produção. A Nike prepara-se para a segunda etapa de demissões. O fundador do AirBnb disse que, devido à pandemia, 12 anos de esforços foram destruídos em 6 semanas. A Starbucks anunciou o encerramento permanente de 400 lojas. E a lista continua…”, lê-se numa publicação viral do ano passado no Facebook.
A aviação foi um dos segmentos mais afetados pela pandemia. Com restrições para a circulação de pessoas e o medo da população em se aglomerar em uma avião, a demanda por passagem aérea desabou. As empresas fizeram esforços para devolver aeronaves, colocar funcionários de licença, mas não foi suficiente.
Latam: pediu recuperação judicial nos EUA no dia 26 de maio.
Avianca: a empresa aérea colombiana pediu recuperação judicial nos Estados Unidos.
Aeromexico: o mesmo foi o destino da aérea mexicana.
Outros negócios que estão relacionados ao ramo de viagens, turismo e eventos também estão entre os primeiros a pedir socorro.
Cirque du Soleil: não existe circo sem platéia e não dá para manter astros sem a venda de ingressos. A empresa de espetáculos, criada em 1984, também acabou em recuperação judicial, com dívidas estimadas em US$ 1 bilhão. Ao todo, 44 espetáculos foram encerrados e cerca de 3,5 mil funcionários demitidos.
Hertz: a locadora de veículos já andava em maus lençóis antes do covid-19, com resultados financeiros fracos. Com a queda na demanda por locação de carros, a empresa foi para a lista de RJ. As operações no Brasil não são afetadas, pois elas foram compradas pela Localiza.
Franquia da Pizza Hut e da Wendy’s
A gigante das franquias norte-americanas NPC International, que controlava centenas de restaurante das marcas Pizza Hut e Wendy’s, também não sobreviveu a crise do coronavírus.
Pesaram nas contas a dívida de cerca de um bilhão de dólares, 90% da qual somente da Pizza Hut. A NPC International emprega mais de 40 mil pessoas.
Foi assinado um acordo parcial com os credores que deve evitar o fechamento dos restaurantes com as famosas marcas, mas será necessária a aquisição dos locais por parte de outras operadoras.

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