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Mercado de viagens corporativas deve cair 35% mesmo no pós-pandemia da covid-19

Bain & Company projeta um recuo definitivo de cerca de 35% para o segmento de viagens corporativas, o que afetará companhias aéreas, hotéis, agências de turismo, eventos e toda uma cadeia relacionada ao setor. Dados da Global Business Travel Association (associação que reúne o segmento internacionalmente) indicam que essa indústria movimentou US$ 1,4 trilhão em 2018 globalmente – pouco mais da metade disso apenas nos Estados Unidos e na China. No Brasil, foram US$ 30 bilhões em 2015.
Responsável por pagar passagens aéreas mais caras e diárias em hotéis de luxo, o turismo corporativo passará por uma transformação profunda decorrente da necessidade de as empresas economizarem e após elas terem conferido que muitas viagens não são mais necessárias com a popularização das ferramentas de videoconferência: em 2020, o Zoom, por exemplo, registrou alta de 88% na receita, em um claro sinal de que as reuniões virtuais explodiram.
O que conseguir sobreviver desse setor deve enfrentar uma retomada lenta. Um estudo da consultoria McKinsey mostra que viagens internacionais a negócios originadas nos EUA levaram cinco anos para se recuperar completamente após a crise de 2008, enquanto as viagens a lazer levaram apenas dois anos.

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