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A história da pipoca no cinema

No final do século 19 e início do século 20 a pipoca já era muito popular, após a criação das primeiras pipoqueiras, era vendida em feiras, parques e circos.
Porém, nas primeiras salas de cinemas dos Estados Unidos a pipoca era proibida, pois os donos dos cinemas acreditavam que, além de sujarem as salas, era uma distração para os filmes.
Eles temiam que teriam muito trabalho para limpar os carpetes e as poltronas (e sem ventilação nas salas, o cheiro era forte demais).
Na época, a ideia era tornar o cinema um lugar de elite, um espaço luxuoso moldado nos teatros. Onde ninguém come pipoca.
Por que os cinemas acabavam atraindo só as elites? Porque os filmes eram mudos, com intertítulos, e uma grande parcela da população que vivia no analfabetismo não podia aproveitá-los. Mas aí chegou o SOM! E esta população antes excluída passou a também ir ao cinema.
Mesmo com essa resistência inicial, os ambulantes levavam seus carrinhos para a porta das cinemas e vendiam o “Cracker Jack”, que é uma mistura de pipoca, açúcar queimado e amendoim.
Nos anos 20 os cinemas eram glamurosos, o caminho até as salas era de muito luxo, com arcos e escadaria iluminada por um candelabro de cristal e os assentos eram de veludo.
Uma das primeiras pessoas a quebrar esse paradigma foi Julia Braden, que na década de 20, convenceu o Teatro Linwood, em Kansas City, Missouri, a montar um estande no lobby do espaço e a deixou vender pipoca no saguão.
A idéia logo se espalhou para outros cinemas e Julia ficou rica e deu início ao seu “império” construído com a Pipoca. Em pouco tempo ela já estava estabelecida em quatro cinema e lucrando.
Inspirados pelo sucesso, vários exibidores convidaram os ambulantes para dentro dos saguões, dividindo os lucros com estes!
Para os ambulantes era vantajoso, já que antes não podiam ficar exatamente na entrada do cinema, mas um pouco afastados. Agora estavam no meio do público e o cheiro de pipoca se espalhava mais e era mais forte, atraindo mais compradores.
Não demorou muito até que os exibidores percebessem que não precisavam dos ambulantes – e logo começaram a vender pipocas feitas por eles mesmos. A bomboniere passou a dar tanto lucro que os caras DIMINUÍRAM o preço dos ingressos pra atrair mais gente pra comprar pipoca.
A pipoca nos cinemas foi uma estratégia de negócios pioneira, que dura até os dias de hoje, 85% do lucro dos cinemas advém da venda de concessões para venda de pipoca e guloseimas. Percebendo que a ideia era lucrativa, os donos dos cinemas foram aderindo a ideia, e mesmo durante a grande depressão, final da década de 20 e início dos anos 30, a pipoca foi um grande impulso para a sobrevivência das salas de cinema, que puderam diminuir o valor dos bilhetes para atrair mais público.
Nos anos 40, a pipoca já tinha seu lugar cativo na maioria das salas de cinema, e o cheiro de manteiga e sal pairava nos cinemas.
Hoje quando pensamos em cinema é inevitável associar com pipoca.

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